sábado, 26 de janeiro de 2008

Patológicos do Axé

O que é muito engraçado e até patético é o povo que tem mais de 5 anos de trio elétrico nas costas e ainda não entendeu como funciona o show business da Bahia.

Tem nego que viaja kilometros atrás da Trivela ou do Rex esperando ouvir músicas antigas que nunca são tocadas e o desafio dos caras é ir à micaretas que tenham recordes de duração e músicas raras.

Se a música é rara, a chance da micareta ser boa é rara, ou seja, neguinho vai se fuder. E se um dia uma banda tocou muito tempo, saiba que agora são velhos e tocam o mínimo que der.

Ai esse povo cria um estilo de vida e um circulo de amizades que não os permite sair dessa vida. Ficam em listas de discussão, em orkut, fâ-clubes ou torcidas e sempre esperando que o seu artista descubra o seu nome e saiba que esse “fã” existe. Ai são milhares de fotos e devoção à banda e suas músicas.
Outra coisa engraçada é que o Axé é uma arte menor, uma música comercial e esse povo insiste em valorizar uma música pobre em diversos aspectos. As letras são todas simples e pobres com rimas fáceis e temas fúteis. As melodias são quase infantis e super parecidas. Isso quando não são total viagens sem nexo.Eu acho que a cerveja realmente faz mal pra saúde, inclusive mental. Se ao ler esse texto o senhor ou a senhora sentiu um frio no estômago e um certo mal-estar, não saia negando ou xingando esse aqui que vos escreve, pois a negação é parte da patologia.
Procure ajuda! Existe uma vida longe dos trios muito interessante e Salvador é nem é tudo isso, pode apostar!

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Operação Timbalada

Os homens da lei fizeram uma operação para conter o tráfico de drogas para o Carnaval e algum maluco jogou o nome de Timbalada.

Um absurdo, pois esse cara não conhece o carnaval da Bahia e seus artistas e não respeita quem quer dar uma pirada na folia momesca

Minha sugestão seria Operação Bafafá ou Tchakabum, mas se as drogas forem muito pesadas, daquelas que fazem muito mal, ai tem que ser Operação André Lelis.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Cerveja só embaixo do trio

A Skol está com um filme novo para o Carnaval. A peça é um filme com as cabeças de Bell (Chiclete), Durval (Asa) e Tuca (Jammil) aparecendo bizarramente em outros corpos.
Assiste lá pra entender melhor, porque a minha afirmação é a seguinte:
Juntos os três não consumiram um litro de cerveja o ano que passou.
Bell é do vinho, Durval era dos destilados e mesmo na fase boa não era fã de loiras geladas e o Tuca está todo saudável só na mineral.

Tudo bem, a Ivete diz que toma Schin. A cerveja que todo mundo toma, mas tem vergonha de assumir.