quinta-feira, 28 de junho de 2007

Ninha e umas fofocas...


Ninha saiu da Timbalada e agora saiu da Tribahia... Isso todo mundo já sabia!

Xexéu teve umas recaídas, isso todo mundo falava. E Xexéu achou que Ninha abandonou os amigos na Tribahia e partiu para a carreira solo. Será que ele esqueceu que ele tava esquecido não sei onde até o Ninha chamá-lo para a Tribahia?
Os empresários do que restou de uma banda chamada Tribahia não parecem ter ficado entusiasmados em ter Patrícia e Xexéu e agora contrataram a deliciosa Carla Cristina.

Xexéu e Patrícia estão num outro projeto chamado Melafricana, ou algo parecido...
E Ninha.... Ai Ninha!
Pelo nome e tema da banda, logomarca e música de trabalho, não vejo nenhuma decolagem não. Acho que essa banda é como submarino, feito pra afundar.

Ouça essa canção que está sendo trabalhada nas rádios de Salvador e reze para o Ninha mostrar que essa música foi apenas um lapso na carreira.

http://simpleupload.net/download/112680/Na-Ar---as.wma.html

Que horror!


Eu posso gostar de axé, pode não ser a arte mais elevada do mundo, mas também não precisa esculhambar!!!

Eu arrumei esse dvd achando que fosse algo bacana, vários outdoors na cidade falavam sobre esse grupo e eu pensei que eram sucessos sertanejos em versões de Axé...
Triste idéia de comprar essa porcaria... Nunca vi algo tão ruim na minha vida! Não indico nem pros babacas que tentam comprar os formadores de opinião da axé music.


Moral da história:
Nunca comprem dvd pirata, vcs podem comprar algo tão ruim e nem podem trocar!

Tô pensando....

Achei isso na net e estou pensando numa piadinha... Dei umas grifadas no que achei interessante e depois eu escreve um comentário bem ácido sobre o assunto.


Reinevaldo Silva, o ex-Rey Zulu, conta como passou de pioneiro da axé music a missionário evangélico
Ele costumava iniciar seus shows com o refrão de um sucesso particular: "Olhei pro céu/ uma estrela brilhou/ Salvador diz menina/ Rey Zulu já chegou". Mais de dez anos depois de ser um dos principais expoentes da então emergente axé music, ele faz sua saudação em outro ritmo: "Shalom Adonai (a paz do Senhor), minha Bahia". Protagonista de uma conversão de religião e costumes, Reinevaldo Silva, o ex-cantor Rey Zulu, passou do jugo do candomblé e das baterias dos blocos afros para a inspiração de "uma doutrina pentecostal renovada", onde apenas a música gospel é permitida.

Ao contrário daquela famosa propaganda de tônico capilar, a voz dele não continua a mesma, nem mesmo os cabelos. Hoje, Reinevaldo fala mais pausadamente e também renegou a cabeleira vasta, que marcou época. O visual dos novos tempos é uma coisa mais gerente de banco, com calça de linho e camisa social, cabelos rentes à cabeça, que mostra dois avanços de calvície na testa de 39 anos. Com pouco mais de 1,65m de altura, ele é o Reizinho de Jesus, ou missionário Reinevaldo, uma metamorfose impensável para quem já foi responsável por criar e cantar versos como "Iêêê sakalavas oná eh,/ iááá sakalavas oná ah".

Na aurora do samba-reggae que desencadearia um novo jeito de fazer música na Bahia, Rey Zulu era uma espécie de guru intelectual de grupos como Refexus, Olodum e a posterior formação Gente Brasileira. Suas composições mais famosas fazem parte da memória afetiva de qualquer um que brincou os carnavais no final dos anos 80 e início dos anos 90. Na toada da nostalgia, ele fez Meu bem quero te amar, para o Chiclete com Banana ("Eu sou camaleão, sou seu amor/ Vem me dar um beijo"), Libertem Mandela ("De geração em geração/ que é discriminado o negão/ e hoje somos cultura/ nosso grito de força é a nossa união"), ajudou a soprar a carreira de Daniela Mercury com Batuque ("Tá no batuque que balança, nêgo/ Ah, ah, pode me telefonar") e deu a chance para Margareth Menezes soltar o vozeirão com Uma história de Ifá, que ficou mais conhecida como Elejigbô ("Cidade reluzente, Elejigbô/ Cidade florescente, Ejigbô"). Recentemente, a dançarina e dublê de cantora Carla Perez regravou a música que poderia ser o melô do teste de DNA, Pai é pai, Mãe é mãe.

Heresias do passado

Por suas contas, foram mais de 100 sucessos desse tipo, escritos individualmente ou em parceria e que Reinevaldo de hoje não se sente à vontade sequer para cantarolar um trechinho ou outro. "São letras que falam em rituais voltados para seitas, trazendo idolatrias e envolvimento com candomblé e umbanda, o que para Deus é pecado", renega o artista, como se falasse de heresias sonoras do passado. "Na época, era preciso até fazer pacto com essas entidades para garantir o sucesso", garante.

Como compositor, conquistava os festivais de música dos blocos afros e também prêmios nacionais como o Sharp e o Troféu Caymmi. Como cantor, conheceu o estrelato, a maratona de shows, o assédio e a solidão da fama. "O sucesso na vida de um artista é muito efêmero e traz vaidade, espírito de soberba e muita altivez", condena. "Profissionalmente, não sinto saudades porque tinha um vazio em minha vida que só foi preenchido por Jesus", agradece ele, que geralmente é chamado de ex-Rey Zulu.

Fazendo a diferenciação entre a "música secular" e a música gospel, Reinevaldo considera que naquela "o homem traz a glória para si" enquanto nesta "ele eleva a glória para o Senhor". Na nova fase, o compositor cria canções como Eu profetizo e já prepara o lançamento de um CD religioso, com participação da esposa, a musicista Patrícia Silva, uma ex-futura-freira. Casado há quase cinco anos, ele diz ter encontrado a mulher quando ela se preparava para seguir a vocação em um convento católico. "Deus me deu uma revelação, através de um profeta, de que eu iria encontrar uma mulher maravilhosa. Eu era gerente da rádio Gospel e no dia seguinte, ela apareceu lá. Eu mentalizei: Deus, se for isso que preparou para mim, que movam-se as situações", revela. Patrícia está grávida de três meses, o que Reizinho de Jesus considera mais uma bênção em sua vida.

Tábua da salvação

O encontro dele com a religião é mais uma história de situação-limite, em que o místico se revela como tábua de salvação. Usando o adágio popular de que o que não vem por amor, vem pela dor, Reinevaldo recorda o que chama de fundo do poço, na passagem de 1999 e 2000. Depois de contrair tuberculose duas vezes, ele diz que se entregou completamente a uma depressão por causa do fim de um relacionamento amoroso. "Estava prestes a cometer um homicídio e um suicídio", dramatiza, falando de sua decepção com a namorada, em um amor que ele mesmo classifica como masoquista.

Foi o locutor de rádio Walter Júnior que começou a falar de Jesus e o convidou para a igreja evangélica no bairro de São Rafael. Atualmente, ele é missionário (um tipo de pregador itinerante) do Ministério Internacional Fé Viva, uma entidade que diz estar há um ano e meio no Brasil, fundada há mais de 20 anos nos Estados Unidos. No meio evangélico, Reinevaldo não abandonou as raízes musicais e se tornou produtor cultural. Um dos eventos sob sua responsabilidade é o Clama Bahia, programado para o próximo dia 26, com expectativa dos organizadores de reunir 20 mil pessoas para uma maratona de shows em louvor.

"Vai ser o maior evento gospel da Bahia em 2006", promete o ex-Rey Zulu, que contratou o grupo fluminense Toque no Altar ("uma espécie de versão religiosa da banda Calypso, com mais de três milhões de CDs vendidos"), a cantora Aline Barros ("que é ícone do segmento, um fenômeno como Ivete Sangalo") e os baianos pastor Fernando (filho de Firmino de Itapuã) e Tambores Ungidos de Deus ("que é como se fosse o Olodum").

Reinevaldo costuma ter a companhia do "agente publicitário" Alan Campos, uma espécie de porta-voz nessa nova empreitada. "A aceitação de nossos projetos é muito boa, porque os evangélicos sempre passam muita confiabilidade. Embora tenha muito picareta que diz que é evangélico só para dar golpe por aí", admite Campos. Para o artista, seguir a carreira musical na igreja é uma opção até mais rentável. "A pirataria no mundo gospel não chega a 5%, por isso dá para ganhar alguma coisa com direitos autorais", contabiliza.

Há três meses, Reinevaldo também estreou como apresentador de televisão no programa Jesus Salvador, exibido às segundas-feiras, das 5h30 às 6h, na TV Aratu. Para explicar o conteúdo feito com adorações, músicas, louvores e as leituras bíblicas, é melhor ele mesmo dizer: "É um programa evangelístico, de inspiração própria e interdenominacional".

Quando resolveu mudar de vida, Reinevaldo enfrentou a desconfiança dos parentes, recebeu a condenação de todos os oito irmãos. "Diziam que eu estava louco, que tinha sofrido uma lavagem cerebral. Mas não me importei, porque eu também não entendia o sobrenatural de Deus e falava a mesma coisa quando não tinha aceitado Jesus". Hoje, o ex-Rey Zulu considera heréticas as músicas que fez e foram sucesso no passado, participa de ministérios na área da família com a mulher, acha que o Armagedon está próximo e poucos irão se salvar e saúda aos outros com um "que Deus te abençoe". Ou, como ele mesmo costuma dizer: "Shalom, minha Bahia".

quinta-feira, 7 de junho de 2007

Olodum fora de compasso :-(


Eu não preciso dizer pra ninguém que o Olodum já não é mais o mesmo. Dos tempos que a banda NÃO fazia apresentações só para inglês ver, dos tempos que o Pelorinho tremia ao som dos tambores. Mas hoje o Olodum está recebendo a nata da bandidagem nacional, o mensaleiro José Dirceu. A pergunta que não quer calar:
Que exemplo esse tipo de gente pode dar pras crianças?
E lá vai a Bahia com sua frouxidão ética!!

Ah... ando tão ocupadis que escrevi uma resenha sobre Ó pai Ó e não publiquei.