Vou pro cine de abadá!

Contando os minutos para assistir o filme ó Pai, ó! Louco pra ver minha paixão pelo Carnaval de Salvador na telona.


Chiclete e a gravadora
Chiclete termina contrato com a BMG. Nada de novo, uma vez que o Chiclete não precisa deles e eles não ganham nada com o Chiclete. É como casamento quando os dois lados são independentes financeiramente. Cada um vai pro seu lado.

Por favor, parem de enviar emails com “Causos” e “Buatos” de que artista X do sexo masculino ou feminino tem caso com artista Y do mesmo sexo. É impressionante como em menos de um mês a maioria dos emails falam de homossexualismo.
Só fazemos piada, não é nada sério não! E nada de fazer fama com sensacionalismo.
O site Rapidshare.com é uma ferramenta muito usada pelo pessoal que compartilha mp3, principalmente os de Axé. O site seria para as pessoas compartilharem arquivos, mas majoritariamente se compartilham músicas em desacordo com as leis das gravadoras.
O interessante é que o novo álbum gravado no Maracanã foi parar nesse site antes do lançamento nas lojas e caíram todos os servidores do Rapidshare.
Ao invés da mensagem de erro ou de slots lotados, o Rapidshare podia seguir o padrão Orkut e anunciar:
Bad bad Server, no Ivete Pernuda for You!
Não quero atacar pedra nesse homem, pois todo mundo já o faz veladamente. Eu nem o conheço e nem acredito que encontraria foto dele no google. O cara é irmão do Brown e cuida da Timbalada e óbvio que todo mundo diz que ele está no cargo por laços sanguíneos e não por competência. Realmente acho que a Timbalada podia estar melhor do que está e ter tido uma melhor gestão, mas enfim.
Acusado de não ser a fina flor da educação da alta sociedade soteropolitana, Gilson carrega o peso da saída de Ninha e agora da Amanda. Sem contar algumas gafes com uma emissora de rádio e tv em um evento que a Timba foi anunciada e não veio.
Outro dia li na web, que um músico (Acho q foi o Danilo)da Timbalada deu uma canja com a Tribahia e foi demitido pelo Gilson e logo readmitido para tocar com Brown, engraçado como o povo pinta Gilson como malvado e Brown como bonzinho. Será que é assim mesmo?

Muitos boatos, muito zum zum zum, mas existe a certeza de que “havia algo de podre no reino da Dinamarca(Timbalada)”. Será que ela disse que Denny é gay? Será que ele é? (olha cabeleira do ...) E será que Gilson irmão de Brown e empresário da Timba chamou a Amanda de gorda e feia?
Parece que o próprio Brown vai cuidar da carreira dela, Amanda tem que se cuidar para não ir para a carreira solo e acabar numa carreira sub-solo.

Os percussionistas Shanon e Bruno e o baixista Nau estão montando uma outra banda, pois saíram da Zorra. A imprensa especializada está comendo bola, pois essas separações são ótimas pra vender jornal ou acessarem sites (Além de chapa branca, o jornalismo no axé é incompetente).
Outra coisa que pode ser explorada é a relação da banda A Zorra com a Central do Carnaval e com o Chiclete, uma vez que os percussionistas que saíram são filhos do Rey (baterista do Chiclete) e Chiclete e Central do Carnaval são parceiros comerciais e sócios em vários negócios.
Pra quem não ta muito ligado, preste atenção no Nana Banana de 2008 e 2009. Se a Zorra puxar o bloco na quinta, foi por méritos...Caso contrário, deve ter rolado nepotismo.
Estamos aqui pra mostrar o que os outros sites de axé e micareta não mostram. A conivência com a falta de caráter da empresa CIE BRasil e seus seguranças os tornam cúmplices!

Advogado roubado no Credicard Hall acusa segurança de agressãoRodrigo Ferreira e Luísa Alcalde, Diário de S.Paulo
SÃO PAULO - Apenas 10 minutos após ter entrado no estacionamento do Credicard Hall para assistir ao show da banda Chiclete com Banana, o bacharel em
direito Danilo Massaferro Giusti, de 24 anos, tomou um soco pelas costas, foi empurrado, caiu e te ve a carteira roubada por um grupo de estranhos que correu em
meio à multidão.
- O local estava lotado e nem pude aproveitar um minuto do show - disse.
Em seguida, Giusti decidiu procurar o setor de achados e perdidos para encontrar os documentos.
- Pensei que talvez pudessem tê-los jogado por ali mesmo. Quando cheguei lá fiquei surpreso com a quantidade de pessoas que tinham passado por fatos
semelhantes.
Giusti resolveu anotar o número do telefone das vítimas para, posteriormente, propor uma ação conjunta de reparação de danos materiais e morais contra o
estabelecimento.
- Foi quando um segurança à paisana tentou tomar a força o papel das minhas mãos e me deu um soco. Pouco tempo depois ele voltou com outros seguranças
uniformizados e me deu outro soco na cara - conta.
Havia mais de 40 pessoas no local. Segundo a vítima, todos viram a agressão.
- Todos viram quando outro grupo de seguranças chegou com um dos ladrões. Pegaram cinco celulares e documentos que estavam com ele e o liberaram na frente
de todos.
Giusti e a noiva pagaram R$ 130 para ir ao show. Tinham passado em um caixa eletrônico para sacar dinheiro.
A estudante Natália Paschoareli, de 17 anos, e o namorado, Marcelo Fernandes de Andrade, de 19 ano s, sentiram uma espécie de 'puxão' nas mochilas que
levavam nas costas durante o espetáculo do grupo do Chiclete com Banana.
- Quando demos conta ela estava cortada e tinham levado a carteira e o telefone celular de dentro. Fomos atrás
dos seguranças e todos afirmaram que não poderiam fazer nada - conta a garota.
O estudante Eduardo Quintela Fortes Filho, de 18 anos, fotografou parte do show da banda Chicletes com Banana com o celular. Quando o grupo tocava a sexta
música, guardou o aparelho no bolso de trás da calça.
- Senti um esbarrão e quando fui ver meu celular tinha sido furtado. Comecei a procurar pelos seguranças, mas ninguém queria nos ajudar. Quando fui ao setor de
achados e perdidos vi quem tinha muita gente reclamando a mesma coisa. Todos tinham sido furtados. Exigimos falar com alguém da produção, mas ninguém nos
atendeu. Não deram a mínima para o nosso problema - afirma.
- Virei o ano na Paulista e não teve arrastão como no Credicard Hall - diz o estudante Marcelo de Andrade, estudante
A advogada Tiziana Rodrigues, de 29 anos, teve seu celular roubado. Conta que o espetáculo já esta va no final.
- Tinha tirado umas fotos com o celular quando um rapaz me empurrou. Quando virei, um segundo homem levou o celular. Depois fugiram rindo. Tinha muita
gente e demorei para achar um segurança. Ele mandou procurar a polícia - conta.

No último domingo teve um show do Chiclete no Credicard Hall e o saldo de assaltos e violência foram enormes. Muitos assaltos seguidos de agressão e uma acusação grave de um advogado que pegou o contato de várias pessoas para promover uma ação conjunta e teve o próprio papel roubado por seguranças da casa.
O engraçado é que o show é caro pra caramba, lotado e mesmo assim os organizadores não tem a competência de realizar o evento com o mínimo de qualidade. Como eles não colocam detectores de metal, se sabem que tem quadrilhas especializadas em shows de axé.
E ai dos sites especializados que coloquem a nota, ai eles jamais serão credenciados pelo Credicard Hall. Por isso que eu chamo isso de jornalismo rabo preso ou jornalismo chapa branca, uma DEServiço para o público do axé.
Breve uma maior cobertura sobre essa lamentável episódio repetido e corriqueiro no mundo das micaretas.
Uma rede de boatos e desinformação foi instaurada
Fãs, jornalistas, funcionáros e muita gente está dando seus pitacos sobre a novela que está chacoalhando a Axé music.
Nós tivemos que retirar a coluna do Verde do ar, pois algumas fontes entraram em conflitos e vamos aguardar para informar com mais credibilidade.

Todo mundo reconhece no Chiclete com banana o maior expoente da música baiana de ontem, hoje e quiçá amanhã.
Sempre tem a discussão dos que querem explicar o sucesso da banda.
Uns acham que é a energia, outros o swing de Valtinho, tem a turma de fãs da voz de Bell, mas nunca descobriram onde está o segredo do Chicletão. E é ai que nosso espírito desbravador vai te ajudar. VAMOS CONTAR O SEGREDO DO SUCESSO!
Alguns especialistas de PNL (Programação Neuro-linguistica) analisaram alguns vídeos dos shows do Chiclete e perceberam que o público está condicionado a entrar em êxtase coletivo com uma seqüência de acordes. Ai foram lá e colocaram uma outra banda cover com a mesma programação musical e não deu certo. Os neuro cientistas ficaram com cara de bobos, mas passaram a seguir o Chiclete com Banana.
Foi ai que um jovem estudante sugeriu trabalhar o estimulo visual. Ele estava certo, colocaram uma banda com as mesmas características físicas do Chiclete e não tava dando certo, até que um fã das antigas colocou a bandana (lenço de cabeça) igualzinho a de Bell no vocalista da banda cover e assim conseguiram repetir a emoção do Chiclete com Banana.
Muitos anos antes desse experimento sair na Revista de Ciências Americanas, um Pai de Santo havia declarado na rádio Piatã Fm de Salvador que as forças da natureza estavam canalizadas na banda através da um tecido curto e colorido no corpo de Bell. E o líder do grupo respeitava essas entidades e fez um pacto de nunca mais aparecer em público sem essas vestimentas(Ele não sabia se o Babalorixá falava da cueca ou da bandana).
As coisas iam se encaixando, mas nem todo mundo deu bola para o Pai de Santo.
Como a banda é formada pro Cristãos convictos, um padre amigo da banda foi até Bell e disse que havia tido um sonho, um sonho de que um homem cabeludo cantava no T-Rex (trio do chiclete). O padre deixou vazar a conversa que teve com Bell e logo que alguns fãs mais chicleteiros souberam da noticia acabaram proclamando Bell como a reencarnação de Jesus Cristo. Começou uma leva de músicas mais religiosas, como “ Se você é Chicleteiro / Deus te abençoa / Se não é Deus perdoa” Apesar da canção ser um hino à tolerância religiosa, O sábio líder do Chiclete não se deixou convencer com a idéia dele ser o Salvador do mundo.
Isso foi demais, Bell sabia que era alguma coisa além do normal e percebeu que seria uma injustiça com os fãs do Asa. Se Bell fosse Jesus, quem seria o Durval? O Brian do Monthy Python ou um anti-cristo?
Bell e a família Chiclete curtiam seu sucesso, mas sofria com a dúvida e com esses fenômenos paranormais, foi ai que Bell percebeu que ele não era Cristo. O vocalista sabia que mesmo sendo idolatrado pela nação chicleteira, ele não poderia ser um homem tão virtuoso assim. Um estalo aconteceu e ai o homem do vinho chicleteiro se ligou que seu poder e sua força estavam em algo muito sagrado para ele. Na duvida, ele conserva o cabelo (o que resta dele), a barba e a bandana intactos. Ele nunca os corta ou varia sua aparência. Ele se sente como Sansão. O personagem bíblico que possuía força no cabelo, que nada poderia vencê-lo enquanto ele não cortasse o seu cabelo. E desde então Bell jurou para todo o bem da Empresa CCB, Manzana e Central do Carnaval que jamais apareceria em público com visual diferente.

